quarta-feira, 5 de agosto de 2009

DIAS DE FURIA

Pena que o comandante não possa ter visto de quem ele virou figura principal. Hoje a imagem do soldado é tão assustadoramente vendida junto com O Capital, Big Mac, Jesus Cristo e qualquer outro produto que encante a nova consciência putrefada dos jovens que sobrre revolução só conhecem letras de músicas e protestos bonitinhos nos centros das cidades.

A cada dia que se passa aumenta o meu ódio contra o sistema, mas não é um ódio de vestir camisa de Che Guevara e ficar desfilando com barbinha de pensador revolucionário latino não.

O absinto que corrre em minhas veias é de fato amargo, quase chegando a dominar os meus pés e mãos para o destroço, a execução do pamdemonio.

Estou convencido a cada minuto da necessidade da guerrilha urbana, primeiro como um movimento contra-revolucionário, ou seja, donde os julgados serão os falsos filhos de Marx e Che.

Sinto uma vontade imensa de violencia, quanto mais me socializo, mas gosto de sangue tenho na boca.

Não sei até quando conseguirei medir a minha cólera apenas em palavras, para dizer a verdade, já não suporto mais me submeter ao julgamento daqueles que merecem o julgamento da ira.

Quando, enfim escrevo algo lúcido, não são os ignorantes e simples que se assustam, são os porcos de Universidades e metidos a conhecedores de cultura, o que nada mais são do que violadores da racionalidade gentil dos cavalheiros do passado que nos escreveram, ainda que em cadeias sobre o mal da urbanidade, que são: o descaso, a hipocrisia, a corrupção e a mentira, mas disso tudo se fizeram e fazem modismos.

Já chega! De fato falar não me é mais satisfatório, tanto quanto seria ver um safado da qual meu flagelo se alimenta sob o punho do meu ódio.

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