sábado, 4 de abril de 2009

LIVRETO - SÁTIROS. UMA PERSPECTIVA BIOLOGICA DAS RELAÇÕES DE EXISTENCIA DA HUMANIDADE


Este livreto trata de forma histórica as relações do ser humano desde o seu surgimento. Argumenta sobre os vieses que tornam a humanidade dividada em classes de superiores e inferiores a partir de uma pespectiva biologica. Pode ser que você conteste muita coisa na visão do autor, mas é bem pra isso mesmo que eu decidi colocar aqui, para que atice a criticidade do leitor a respeito do tema.

Abaixo, um trecho do que está no livreto de 12 paginas apenas. Boa leitura.

A sobrevivência humana no alvorecer da espécie fora possível graças ao comportamento inato/instintivo que aqueles humanos manifestaram. Por natureza nós humanos somos animais egoístas, poligâmicos, competitivos e vingativos, caso não fôssemos assim então definitivamente não existiríamos hoje em dia, pois estes instintos foram extremamente necessários para a sobrevivência e perpetuação da espécie em um mundo anárquico, sem leis e repleto de predadores. Como seres sociáveis, também somos naturalmente cooperativos, isto significa que fazemos benefícios aos outros sempre esperando algo em troca (mesmo a freira mais caridosa dá pão a um mendigo em troca da gratidão de Deus ou mesmo pela sensação momentânea de alegria causada pelo ato). O altruísmo, o dar sem esperar nada em troca está indiscutivelmente além da natureza humana.

O estágio atual da “civilização” globalizada na qual vivemos constitui o resultado do progressivo fracasso humano em sua constante luta contra as forças naturais. O mundo anárquico primordial fora totalmente aniquilado e os instintos humanos necessários à sobrevivência naquele mundo são grotescamente ignorados do modelo político-social em vigor. Os predadores de humanos já não são mais um problema, a tecnologia e a medicina encontram-se perigosamente “avançadas”, o que permite uma superpopulação muito além do que a natureza programou da qual advêm ilimitados e graves desequilíbrios ambientais na mais absurda deturpação das leis naturais.

A medicina em seu avanço doentio leva a espécie humana a uma progressiva auto-aniquilação. Nos tempos anárquicos quando as coisas eram normais, as doenças talvez nem existissem. Muitas doenças surgiram em conseqüência do aumento populacional irregular, e se as doenças surgiam os humanos imunologicamente mais resistentes sobreviviam passando sua resistência às futuras gerações, a natureza, portanto seguia seu curso exatamente como deveria ser. A medicina foi a total degradação das leis da natureza: encontrando a cura para certas doenças os humanos certamente sentiram-se aliviados e felizes, mas como eu já havia dito as doenças visam estabilizar o ambiente quando este encontra-se por algum motivo desequilibrado. Com a progressiva cura das doenças que surgiam no planeta o número de humanos começa a exceder o potencial biótico, novamente a natureza reage á este desequilíbrio: primeiro as bactérias começam a desenvolver resistência aos antibióticos (nota-se aqui o mesmo princípio da natureza agindo no nível microscópico: as doenças estabilizam o ambiente quando matam humanos não resistentes; as bactérias desenvolvem resistência as doenças que o homem criou – os antibióticos – para conseguirem matar os humanos e voltar a estabilizar o ambiente), o homem então busca antibióticos mais potentes e em questão de tempo as bactérias também desenvolvem resistência á estes. Com as doenças “controladas” pela medicina começam a surgir doenças novas com grande poder destrutivo, como a AIDS e a gripe aviária, sempre com o mesmo objetivo de estabilizar o ambiente cada vez mais irregular. Ao lutar contra isso através da medicina o homem está se autodestruindo, destruindo sua espécie e as outras, destruindo todo o planeta com sua intromissão grotesca no ecossistema.

O que os médicos definem hoje como uma “vida saudável”? Uma vida na qual se tenha uma boa alimentação, com atividades físicas, contato com a natureza, estas coisas que todo mundo sabe. É um pouco bizarro um médico recomendar isto á pessoas que vivem em uma cidade poluída, com produtos industrializados cheios de aditivos químicos por todos os lados, vegetais contaminados de agrotóxicos, meios de transporte, televisão, computadores, etc. Enfim o que os médicos nos mandam fazer é agir de forma semelhante aos nossos ancestrais nos tempos anárquicos onde não havia indústria, açúcar, a carne dos animais era comprovadamente mais saudável e os humanos exercitavam-se ao caçar, correr e o sexo, longe do contexto em que se encontra hoje, devia ajudá-los a relaxar. Assim não existiam as doenças que hoje são causadas não pelo desequilíbrio populacional, mas pela forma errada como estamos vivendo: obesidade, pressão alta, diabetes entre outras: doenças decorrentes de nosso modelo social anti-biologico. Assim existem duas categorias de doenças: aquelas criadas naturalmente pela natureza e as que resultam da maneira errada na qual o ser humano vive: ambas visando normalizar o ecossistema, ambas a medicina tenta amenizar de forma capenga, pouco eficaz e extremamente destrutiva a prazo relativamente longo. Da mesma forma, creio que as doenças psicológicas da atualidade (depressão, fobias, psicoses) resultam da maneira artificial que estamos vivendo, e mais uma vez a medicina bloqueia (em curto prazo e de forma deficiente) o processo de estabilização ambiental. Doenças senis como mal de Alzheimer, Parkinson e esquemia cerebral também se encaixam na categoria de doenças resultantes de nossa errada maneira de viver: a velhice é um estágio artificial da vida humana considerando que estamos biologicamente programados para viver até aproximadamente 35 anos, mas graças à inconseqüente medicina a vida é prolongada ao triplo do normal e os seres humanos sobrevivem artificialmente, o corpo encontra dificuldades em exercer corretamente suas funções e surgem as doenças para aniquilá-lo que a medicina, como já sabemos, “interrompe” o processo de estabilização. O câncer enquanto encarado como uma doença inscrita nos genes não existia nos tempos anárquicos, pois muito raramente a doença se manifesta antes dos 45 anos (idade artificial), como se sabe a doença também pode ser causada por fatores mutagênicos 100% artificiais: agrotóxicos, produtos químicos como os contidos no tabaco, nos embutidos, enlatados, etc.

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